Um certo João
Vurrrummmm. Desce. Vurrrrummmmm. Bom dia. Qual o andar? Vurrrummmmm. Sobe. Vurrrummm. Boa tarde. Qual o andar? Vurrrummmm. Desce. Vurrrummmm. Boa noite. Qual o andar? Aquele
Vurrrummmm. Desce. Vurrrrummmmm. Bom dia. Qual o andar? Vurrrummmmm. Sobe. Vurrrummm. Boa tarde. Qual o andar? Vurrrummmm. Desce. Vurrrummmm. Boa noite. Qual o andar? Aquele
Conto – O Joalheiro Em um lugarejo, de há abastadas eras, vivia um velho joalheiro, que trazia nas mãos o feitio da arte de criar
O emprego novo conduziu Orlando a passar por aquela rua sombreada por sibipirunas, moradas de sabiás, bem-te-vis e rolinhas. E, foi assim que ele viu,
Conto – O Celibatário José Aparecido, o Zeca da viola, era um caboclo roliço, esperto consoante lagartixa de parede, astuto tal qual raposa vermelha, liso
Desde 2008, Tarcisio é acadêmico da Academia Araxaense de Letras, com assento na Cadeira 13, cujo patrono é Coelho Neto. É editor do Jornal Letras e de todas as publicações da entidade.